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20 de set de 2017

O assunto da semana é o Rock in Rio, mas a cidade conta com roteiros “off”, que garantem diversão democrática e de graça na rua como o Rivalzinho, evento descolado do Teatro Rival Petrobras que tem chamado a atenção na Cinelândia. Nesta semana o agito noturno começa na quinta, 21, com Frankie Monstro e Bearbiekill


Frankie Monstro e Bearbiekill agitam a noite do Rivalzinho, na quinta-feira, e a na sexta é a vez da Festa Tombei na sua cara


O assunto da semana é o Rock in Rio, mas a cidade conta com roteiros “off”, que garantem diversão democrática e de graça na rua como o Rivalzinho, evento descolado do Teatro Rival Petrobras que tem chamado a atenção na Cinelândia. Nesta semana o agito noturno começa na quinta, 21, com Frankie Monstro e Bearbiekill, tocando de tudo nos comandos das carrapetas. Já na sexta, 22, acontece a festa “Tombei – Happy Hour na sua cara”.

Frankie Monstro - sucesso no elenco do Cabaré Diferentão, espetáculo apresentado no Teatro Rival Petrobras - vai pra rua colocar o público daÁlvaro Alvin -33 para dançarPOP “de raiz, daqueles que a gente ouve e não consegue não cantarolar, aqueles dos anos 90/2000”, diz. O artista performático ressalta que, das músicas atuais, “Despacito” é recorde de solicitações. “Já me pediram cinco vezes na mesma noite”. E num agito desbundado em que a variedade toma conta do quarteirão cultural da Cinelândia, Frankie Monstro (foto) também aposta nos grandes nomes da cena pop-funk do momento: “Não pode faltar Dua Lipa, Anitta e Pabllo Vittar”.

Pra quem ainda não conhece o som do DJ BearbieKill e de Frankie Monstro na HOLE (TV BAR), MORTA (Fosfobox) e BEARBIE (TV Bar) vai encontrar MUITA AGITAÇÃO, dos hinos clássicos às novidades passando, inclusive, pelos flop’s injustiçados! Porém, a festa não para por aí. A programação do Rivalzinho para sexta está ainda melhor.

Dia 22 - Já que é pra tombar... O Rivalzinho faz todo mundo descer até o chão com a festa “Tombei – Happy Hour na sua cara”. O evento tem entrada gratuita e está de volta nesta edição que vai celebrar a alegria de encontrar os amigos depois do trabalho. A rua, literalmente, vai virar uma pista de dança a partir das 19h, recebendo dezenas de pessoas no bar anexo ao tradicional Teatro Rival Petrobras. “Tombei” tem hip hop, house, pop, rastabunda, dance, rock nacional, música para rebolar e lacração certa.

O Rivalzinho vai levantar seu ânimo com o melhor do show de rua, no estilo carnaval fora de época que todo bom carioca adora. Para acompanhar o pedido você ainda pode desfrutar de muita comida gostosa, música boa, agitação e energia positiva. É só chegar!

A programação é gratuita para o público.

· Quinta-feira: Frankie Monstro e DJ BearbieKill
Sexta-feira: Tombei – Happy Hour
Horário: A partir das 19horas

Rivalzinho – Rua Álvaro Alvin, 33. Grátis. Quinta, 21, e Sexta, 22. Das 19h às 00h.

Teatro Rival Petrobras

Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro - (21) 2240-9796



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Dia 22/09 No Rival , a voz poderosa de Ellen Oléria tomará conta do palco do Rival no dia 22, com o show “Afrofuturista”, em que a cantora e compositora combina samba, forró, carimbó, afoxé e maracatu, imprimindo timbres e arranjos modernos.

A voz poderosa de Ellen Oléria tomará conta do palco do Rival no dia 22, com o show “Afrofuturista”, em que a cantora e compositora combina samba, forró, carimbó, afoxé e maracatu, imprimindo timbres e arranjos modernos. 

No show, a artista combina ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afoxé, o maracatu com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades. Da poética das ruas, pela linguagem do hip-hop, às performances jazzísticas da banda em cena, o ambiente acústico converge modernidade e ancestralidade em arranjos elaborados.
Teclados: Salomão Soares, Baixo: Ed Menezes, Bateria: Célio Macie

SERVIÇO:
eatro Rival Petrobras
Rua Álvaro Alvim, 33/37 - Centro/Cinelândia - Rio de Janeiro - (21) 2240-9796
Dia 22/9 (sexta-feira) Ellen Oléria ‘Afrofuturista’:
Horário: 20h. Preços: R$ 50/25.
Capacidade: 400 pessoas
Censura: 18 anos

Bilheteria (novo horário!): terça a sexta das 13h às 21h; sábados e feriados das 16h às 22h.

http://www.rivalpetrobras.com.br/

https://www.facebook.com/teatro.rival/

Instagram: @teatro.rival

Twitter: @teatro_rival

VENDA DE INGRESSOS ONLINE:www.eventim.com.br (com cobrança de taxa de conveniência)
Aceitamos cartões de crédito e débito.
Abertura da casa: 1h antes do show

Assessoria de comunicação: Sheila Gomes (Imprensa.sheila@armazemcomunica.com.br) (21) 98479-7111(Whatsapp)

Gestora de Conteúdo de Mídias Sociais - Fernanda Con’Andra
(fernandaconandra@gmail.com)
Programação: Marcos Morales(rival.agenda@gmail.com)

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A Casa Museu Eva Klabin traz de volta à Zona Sul obras de Arthur Bispo do Rosário em Flutuações, exposição que marca a 22ª edição do projeto Respiração, com curadoria de Marcio Doctors. Considerado uma das maiores referências da arte contemporânea brasileira

Arthur Bispo do Rosário ganha exposição na Casa Museu Eva Klabin

"Flutuações" marca retorno à Zona Sul das obras inesquecíveis de um dos maiores nomes da arte contemporânea brasileira




A Casa Museu Eva Klabin traz de volta à Zona Sul obras de Arthur Bispo do Rosário em Flutuações, exposição que marca a 22ª edição do projeto Respiração, com curadoria de Marcio Doctors. Considerado uma das maiores referências da arte contemporânea brasileira, Bispo do Rosário é o primeiro artista morto a ser convidado para participar do projeto, que faz parte do circuito vip do ArtRio e abre as portas dia 14 de setembro.

Em Flutuações, nada na Casa será tirado do lugar e as obras de Bispo do Rosário não encostarão em nenhum objeto já presente. As doze obras selecionadas ficarão suspensas, como se estivessem flutuando, espalhadas pela sala renascença, hall principal, sala inglesa, sala de jantar, sala verde, quarto de dormir, closet e banheiro. No auditório com capacidade para 80 pessoas, será exibido o filme “O Prisioneiro da Passagem” (Hugo Denizart, 1982), onde é possível conferir depoimentos e imagens exclusivas de Bispo do Rosário.

A História de Arthur Bispo do Rosário:

Nascido em 1909, Bispo do Rosário viveu os últimos 50 anos de sua vida como interno na Colônia Juliano Moreira, até 5 de julho de 1989. Foi lá, por volta dos anos 60, após receber um “chamado divino”, que iniciou o seu processo de fazer “um levantamento de todas as coisas do mundo”, como costumava dizer. Um enorme inventário que representasse sua passagem pela terra, como um verdadeiro testemunho.

Um rico, detalhado, autêntico e genuíno registro de um cotidiano fisicamente limitado, composto por coleções de utensílios como talheres, pratos, copos, potes, vasos, pneus, roupas, vassouras, sapatos, vidros, telhas, e moedas, até estandartes mantos minuciosamente bordados com descritivos de situações da sua vida.

Mesmo sem se considerar um artista, mas um fazedor de coisas, Bispo do Rosário foi apreciado e admirado, ainda em vida, pelo meio da arte. Após sua morte é consagrado como um dos mais inventivos artistas brasileiros, graças à primeira exposição abrangente realizada sobre sua obra, em 1989, por Frederico Morais, na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.

O Museu Bispo do Rosário Arte Contemporânea é o guardião do acervo do artista e está localizado dentro do Instituto Municipal de Assistência à Saúde Juliano Moreira, no Rio de Janeiro. Vale ressaltar, ainda, que suas disputadas obras já foram expostas nos maiores e mais relevantes museus de todo o mundo, como Pompidou, em Paris, e o New Museum de Nova Iorque.

Nas palavras do curador Marcio Doctors:

“Flutuações” nos traz dois personagens que viveram em uma mesma época, numa mesma cidade, atravessaram o mesmo tempo, mas que eram totalmente distintos. Com diferentes perspectivas e percepções do mundo que os cercava, criaram suas próprias realidades, que podem ser interpretadas a partir de suas particularidades e diferenças sociais, nos deixando um legado singular de suas passagens pelo mundo. Hoje, duas grandes potências espirituais, Eva Klabin e Arthur Bispo do Rosário se encontram, sem se encostar, como foi assim em vida, em uma intervenção reflexiva e emocionante, marcando a 22ª edição do Respiração.

Casa Museu Eva Klabin

Av. Epitácio Pessoa 2480 | Lagoa | RJ

Tel: 3202 8550

cultura@evaklabin.org.br | www.evaklabin.org.br

Quando: De 14 de setembro de 2017 a 14 de janeiro de 2018

Visitação: De terça a domingo das 14 às 18 hs

Ingressos:

R$ 10,00 (inteira) | R$5,00 (meia – acima de 60 anos e estudantes)

Gratuidade: crianças até 10 anos e aos finais de semana e feriados.

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16ª edição do EncontrArte acontece entre 28 de setembro e 8 de outubro, em Nova Iguaçu, com toda programação gratuita.


Andréa Beltrão se apresenta e recebe homenagem no grande festival de teatro da Baixada Fluminense


16ª edição do EncontrArte acontece entre 28 de setembro e 8 de outubro, em Nova Iguaçu, com toda programação gratuita.

Foto de divulgação: Matheus José Maria
Descrição: Antígona_Fotos de Matheus José Maria_007release


Antígona, com Andréa Beltrão, abre a programação do EncontrArte 2017 dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. Dirigida por Amir Haddad, a atriz protagoniza monólogo adaptado da tragédia grega de Sófocles.



Figurinistas, cenógrafos, produtores, enfim, são inúmeros os empregos diretos e indiretos gerados por uma produção teatral. Imagine um festival que reúne várias peças e profissionais que trabalham ao longo de todo o ano para levar a melhor programação para o público. No próximo dia 28 de setembro até o dia 8 de outubro acontecerá a décima sexta edição do EncontrArte - Encontro de Artes Cênicas da Baixada Fluminense - e com ele a discussão em torno dessa economia criativa que envolve a produção teatral e que cada vez mais se desenvolve no país.

Com o patrocínio da Petrobras por meio das leis de incentivo do Brasil, do Governo do Rio de Janeiro e da Secretaria de Estado de Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, o EncontrArte também conta com a parceria do Sesc e da prefeitura e câmara municipal de Nova Iguaçu. O festival vai homenagear nesta edição a atriz Andréa Beltrão, que abrirá o evento com a peça Antígona, dia 28 de setembro, 20h no Sesc Nova Iguaçu. A homenagem local será feita a Cesário Candhí, ator e dramaturgo, e in memoriam o troféu será para o grande ator Paulo Goulart.


- A arte além de tudo é um oficio e como tal deve ser reconhecido e remunerado. Não podemos nos esquecer jamais disso, senão perdemos totalmente a razão da nossa luta por melhores condições de trabalho, diz Fábio Mateus, um dos diretores do EncontrArte.



Em 15 anos de existência, o EncontrArte já apresentou 247 espetáculos, além de 31 oficinas, nove seminários e reuniu mais de 100 coletivos da Baixada Fluminense em apresentação de espetáculos, cortejos e performances artísticas. Cerca de 200 mil pessoas já passaram pelo evento desde então, que já prestou 18 homenagens a artistas nacionais e 16 a artistas regionais.



Ao longo de 11 dias o município de Nova Iguaçu receberá o principal festival de teatro da Baixada Fluminense respeitado em todo país, que este ano trará 17 espetáculos, sendo 10 adultos e 7 infantis. Todos apresentados gratuitamente, com retirada de senha a partir de uma hora antes de cada espetáculo. O público ainda terá uma manhã inteira de atrações no último dia do evento, domingo (8), haverá uma maratona de amor às crianças e a família. O “Dia de Fazer o Bem” traz uma programação com atrações diversificadas de arte (Teatro, recreação, cidadania, entre outros) na Praça do DPO em Miguel Couto, entre 9 e 13h. Nesse dia haverá a distribuição de brinquedos, arrecadados durante o festival, em comemoração ao dia das crianças. O Teatro Sylvio Monteiro além de programação teatral, servirá de palco no dia 2 de outubro para uma discussão em torno da economia criativa. Coletivos e pessoas ligadas à

área cultural, apresentarão pensamentos e propostas para o setor na Baixada Fluminense e regiões periféricas. O evento acontece das 9 às 12h.

- É muito gratificante poder levar arte e educação de graça para uma região que ainda é muito carente e com pouca visibilidade. É uma honra reunirmos uma programação com espetáculos diversos de nosso Brasil. – dizem Claudina Oliveira e Tiago Costa também diretores do festival.

Toda a programação, detalhes e informações através do site: http://encontrarte.com.br/agenda/


SERVIÇO
EncontrArte – Encontro de Artes da Baixada Fluminense
De 28 de setembro a 8 de outubro de 2017
Local: Sesc Nova Iguaçu
Endereço: Rua Dom Adriano Hipólito, 10 - Moquetá, Nova Iguaçu - RJ,
Entrada Gratuita em todos os espetáculos. - Informações: (21) 3066-0054 e 98552-3055

Programação no site www.encontrarte.com.br


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Inspirado na obra de poesias eróticas “O Livro Vermelho de Maria Vasco”, o espetáculo “Sons de Vermelho” traz à cena a liberdade da mulher pelo gozo em um projeto multidisciplinar que reúne linguagens teatrais, performance e dança

SONS DE VERMELHO – Ensaio Aberto – segundas, 18 e 25 de setembro

Inspirado na obra de poesias eróticas “O Livro Vermelho de Maria Vasco”, o espetáculo “Sons de Vermelho” traz à cena a liberdade da mulher pelo gozo em um projeto multidisciplinar que reúne linguagens teatrais, performance e dança. Concebido e dirigido por Pedro Nogh, com co-direção de Hayla Barcellos e Danielle Oliveira, o trabalho não pretende fazer arte panfletária. A busca é pela beleza poética, expressividade e, principalmente, o auto-conhecimento e auto-controle da mulher sobre seu corpo, seus desejos e seu prazer. O elenco é composto por Sophia Dornellas, Danielle Oliveira, Renata Mattos, Maria Augusta Montera, Jana Torres, Bel Machado e Viviane Cataldi. O roteiro da peça é uma criação coletiva do elenco e dos diretores.
SERVIÇO
Sons de Vermelho | Ensaio Aberto 
Dias: 18 e 25 de setembro (segunda-feira)
Horário: 21h
Local: Teatro Solar de Botafogo
Endereço: Rua General Polidoro 180, Botafogo - Rio de Janeiro, RJ –  Tel.: 2543.5411
Ingressos: R$40; R$20 (meia)
Classificação: 14 anos
Casa acessível para cadeirantes

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Cantora e violonista leva show com repertório especial, o novo disco e as canções e histórias de 25 anos de carreira.

Badi Assad faz única apresentação no Rio de Janeiro

Cantora e violonista leva show com repertório especial, o novo disco e as canções e histórias de 25 anos de carreira.




A cantora e violonista, Badi Assad estará no no Rio de Janeiro para única apresentação, no dia 21 de setembro, na Casa de Baco, com participação especial da cantora, Joyce Cândido. O show traz um repertório bastante especial, do novo disco Singular, mas também parte da bagagem acumulada neste marco de 25 anos, interpretando músicas representativas desta trajetória e revivendo algumas boas histórias. 

Badi completou 25 anos de carreira, que conquistou o cenário internacional, sempre buscando romper o lugar comum: ela experimenta, cria e explora os sons, seja modificando formas tradicionais no uso dos instrumentos ou inovando no violão, efeitos vocais e percussivos.

No seu último e 14º álbum, Singular (lançado com o nome Hatched nos EUA e Europa), mais uma vez se reinventa. O disco traz músicas autorais com Entrelaçar, parcerias (com Sérgio Assad, Daved Levitan e Zélia Duncan) e releituras que atribuem roupagem brasileira à músicas do pop alternativo internacional. Badi selecionou jovens artistas que tem o que falar, como Lorde, Alt-J, Mumford & Sons, Hozier e Skrillex. Como é característico em seu trabalho, colocou sua assinatura musical nas canções.

A faixa do disco, Vejo Você Aqui, música composta em parceria com Zélia Duncan, acaba de ganhar um videoclipe gravado na tranquilidade de Paraty. Intimista e contemplativa, a balada fala de sentimentos como solidão e amor.







Há ainda muito mais por onde "passear" neste show. Sua discografia soma discos lançados pelo mundo e muitos deles premiados, como Wonderland, considerado pela BBC (Londres) como um dos 100 melhores álbuns do ano e ficou em 27º no ranking da Amazon mundial. Amor e Outras Manias Crônicas, primeiro trabalho independente e totalmente autoral, conquistou o prêmio de Melhor Compositora de 2012 pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte), dele, a canção ‘Pega no Coco’ ganhou o 1º lugar no prestigiado ‘USA International Songwriting Competition’. Cantos da Casa, álbum de estreia direcionado para as crianças, ganhou o 'Troféu Cata-Vento' (da Fundação Padre Anchieta) como melhor disco infantil do ano.

Vá conferir este show especial e ver ao vivo o estilo único de expressão artística de Badi Assad.






SERVIÇO

Badi Assad - Singular + #Badi25anos
Participação especial de Joyce Cândido
Dia 21/09/2017, quinta-feira, às 22h
Loca: Casa de Baco

Rua da Lapa 243, Centro - Rio de Janeiro

Telefone: (21) 3439-9929
Duração: 75 minutos
Ingressos: R$ ​40,00 (inteira), R$ 30,00 (lista amiga)
Reservas por email: casadebacocuradoria@gmail.com
Estacionamento ao lado.
Aceitamos todos os cartões de crédito apenas no consumo
Assista os outros clipes do disco Singular:

Little Lion Man> https://www.youtube.com/watch?v=NbYL8xrrIXU

Royals> https://www.youtube.com/watch?v=uItaOo39ytE


Canais Badi Assad:

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GRUPO ARMATRUX ESTREIA ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO


GRUPO ARMATRUX ESTREIA ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO




De banda pra lua mistura teatro de sombras e teatro físico para criar uma aventura povoada por seres encantados








O grupo de teatro mineiro Armatrux desembarca no Teatro de Arena da CAIXA Cultural Rio de Janeiro para cinco apresentações do espetáculo infantojuvenil De banda pra lua. Em temporada no estado, a peça terá apresentações entre os dias 7 e 15 de outubro (sábados e domingos, com sessão extra na quinta, 12), às 16h, com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.


Em De banda pra lua, o grupo se vale do teatro de sombras, elemento essencial para a construção do ambiente mágico proposto pela dramaturgia. No enredo, Tonico e Bié moram na roça com o pai e a mula Madrugada. Apaixonados pela lua e seus mistérios, as crianças e Madrugada vivenciam aventuras marcadas por encantamento, trapalhadas, risos e sustos. O mundo da imaginação é o palco perfeito para essa misteriosa e terna história povoada de seres fantásticos, como São Jorge, o dragão, a lua e aparições de outro mundo.



A montagem, realizada pela primeira vez em 2007, iniciou a parceria entre o Armatrux e o diretor e dramaturgo Eid Ribeiro que se mantêm até os dias atuais. Com uma proposta voltada para o trabalho do ator, a peça dá prosseguimento a uma das marcas do grupo: caminhar entre o teatro físico e o teatro de objetos, o absurdo e a contemporaneidade.

Foi vencedora de prêmios importantes, como 1º Prêmio de Dramaturgia Infanto-Juvenil de Minas Gerais (2005), o Prêmio Funarte de Teatro Myrian Muniz (2006), e o 1º e 2º Prêmios “Cena Minas” (2007 e 2008) na categoria “Formação de Público”. Além disso, recebeu, em 2008, onze indicações para o Prêmio Sinparc e quatro para o Prêmio Sesc-Sated.









No dia 10 de outubro (terça-feira), das 10h às 18h (com intervalo de 12h às 13h), o grupo apresentará a oficina gratuita O ator, o objeto e a cena. Voltada para estudantes de teatro e profissionais da área artística com idade acima dos 14 anos, a oficina abordará elementos do processo criativo, exercícios físicos, jogos teatrais e de percepção, estudos das relações cênicas entre ação e objeto e técnicas de improvisação com o objetivo de estabelecer uma reflexão sobre o caminho da construção cênica/dramatúrgica característica do Armatrux. Serão oferecidas 20 vagas, e as inscrições devem ser feitas pelo e-mail producao@armatrux.com.br. 

















O Armatrux:
Fundado em Minas Gerais, em 1991, o Grupo de Teatro Armatrux destaca-se pela construção de uma estética que alinha o trabalho físico, a manipulação de objetos e bonecos, a construção de imagens e os recursos circenses. Através de várias parcerias artísticas, o grupo desenvolveu uma linguagem própria, aberta a possibilidades de encenação muito diversas.


No total, são 19 espetáculos encenados, construindo uma trajetória e um repertório rico que levou o Armatrux a se apresentar em vários países, em todos os estados brasileiros e em mais de 50 cidades do interior de Minas. Assim, o Armatrux corre o Brasil e o mundo consolidando a importância das artes cênicas mineiras e totalizando um público de mais de meio milhão de pessoas em suas apresentações e oficinas.


Ficha técnica:

Direção e Dramaturgia: Eid Ribeiro
Assistência de Direção e Preparação Corporal: Fernanda Vianna
Cenógrafo e Figurinista: Marney Heitmann
Iluminação: Telma Fernandes
Preparação vocal: Babaya
Elenco: Cristiano Araújo, Eduardo Machado, Paula Manata, Raquel Pedras, Rogério Araújo e Tina Dias 
Ator Convidado: Fabiano Persi
Trilha sonora: Lênis Rino e Eid Ribeiro
Maquiagem: Mona Magalhães
Bonecos: Oficina Armatrux
Produção Executiva: Luiz Fernando M. Vitral
Produção Local: Agenda Cultural RJ
Fotografia: Bruno Magalhães/Nitro

Serviço:
Espetáculo infantil De banda pra lua
Data: de 7 a 15 de outubro de 2017 (quinta, sábados e domingos)
Horário: 16h
Duração: 60 min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia. 
Lotação: 84 lugares (mais 2 para cadeirantes) 
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Classificação Indicativa: Livre
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro

ESPETÁCULO NA CAIXA CULTURAL RIO DE JANEIRO COMPILA PEÇAS CURTAS DO DRAMATURGO ROMENO MATÉI VISNIEC


Montagem da Cia. Os Barulhentos venceu os prêmios de Melhor Espetáculo APCA 2015 e Melhor Direção Aplauso Brasil 2015

Após sucesso de público e crítica em São Paulo, o espetáculo teatral Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar realiza curta temporada na CAIXA Cultural Rio de Janeiro de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo). A montagem da companhia paulista Os Barulhentos, com direção de Rodrigo Spina, apresenta ao Rio de Janeiro o trabalho do dramaturgo romeno Mátei Visniec. A temporada oferece audiodescrição para deficientes visuais nas apresentações dos sábados (23 e 30 de setembro) e conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e do Governo Federal.

Ganhadora dos prêmios APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) de Melhor Espetáculo 2015 e Aplauso Brasil de Melhor Direção 2015, a peça foi criada a partir da obra Cuidado com as Velhinhas Carentes e Solitárias. Com encenação em três atos, o espetáculo tem como uma de suas marcas, uma estética inovadora, na qual tons de cinza, branco e preto cobrem o palco, os atores e o figurino.

Incentivados pela própria liberdade dada por Visniec no prefácio do texto, o diretor e o grupo realizaram um extenso trabalho sobre a dramaturgia, no qual optou-se por entrecortar 14 das 15 peças presentes no escrito original, tendo como fio condutor um personagem cego. Inicialmente divididas em três grandes eixos – Fronteiras, Agorafobias e Desertos – as tramas fluem interligadas de forma que comecem e sejam interrompidas por outras, que, por sua vez, saem de cena para que, só então, as primeiras se finalizem.

Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar é o resultado de um ir e vir de tipos solitários, que vivem abismos nas mais variadas formas de relações que daí se sucedem. Através de uma abordagem fragmentada, uma diversidade de temas se apresenta para a reflexão do público, entre eles: a solidão em meio à multidão; a distância entre dois seres na intimidade do lar; a opressão que se dá pelo poder direto do aparato policial ou pelo poder sutil da legalidade e burocracia; e os absurdos cometidos em nome da pátria, religião ou democracia. “Visniec valoriza o teatro enquanto arte viva, dando ao encenador a liberdade para imprimir seus questionamentos e identidade à apresentação”, revela o diretor Rodrigo Spina.

Após a temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo segue para temporada na CAIXA Cultural Curitiba ainda em outubro de 2017.

SAIBA MAIS



Mais recentemente, estiveram presentes no espetáculo Diásporas, que apresenta três histórias sobre três povos fictícios vividos por três diferentes companhias. Os Barulhentos representaram o povo do deserto somando, junto com a a Cia. Histriônica de Teatro e a Cia. Elevador e convidados, 45 atores em cena.

Para mais informações e atualizações, siga a página do grupo no Facebook: https://www.facebook.com/osbarulhentos.com.br/

Sobre o autor:
Matéi Visniec nasceu na Romênia em 1956 e desde pequeno encontrou na literatura um lugar dedicado à liberdade. Censurado durante o a ditadura de Nicolae Ceaușescu, suas peças só vieram a público em 1987, durante seu autoexílio na França, onde vive até hoje. Ter vivido sob um regime autoritário influenciou definitivamente a obra de Visniec, sendo constante o tema da inadequação do ser humano ante a máquina estatal e a solidão daí proveniente. O autor, porém, não restringe esse conflito ao jugo ditatorial, demonstrando, por meio de um texto ao mesmo tempo lírico e ácido, que a democracia também pode tolher a humanidade do indivíduo.

Ficha técnica:
Autor: Matéi Visniec
Direção Artística: Rodrigo Spina
Elenco: Cadú Cardoso, Clara Rocha, Domitila Gonzalez, Elias Pintanel, Gustavo Pompiani, Lia Maria, Lucas Horita, Lucas Paranhos, Marina Campanatti, Murilo Zibetti
Assistente de Direção e Stand-in: Thalita Trevisani
Cenário: Moshe Motta
Figurino: Camila Fogaça
Maquiagem: Domitila Gonzalez
Sonoplastia: Rodrigo Spina e Maria Claudia Mesquita
Iluminação: Lui Seixas
Cenotécnico: Mateus Fiorentino e Isis Mara Angrisani
Design gráfico: Ed Santana
Fotografia: Domitila Gonzalez e Valerie Mesquita
Assessoria de imprensa: Edu Leah, Ana Paula Romeiro e Silvana Cardoso
Produção e Realização: Os Barulhentos

Vídeo:
https://youtu.be/zFAVNRB9VlY




Serviço:
Aqui estamos com milhares de cães vindos do mar
Data: de 22 de setembro a 1º de outubro (sexta a domingo)
Horário: 19h
Duração: 110min
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Teatro de Arena
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Telefone: (21) 3980-3815
Bilheteria: de terça-feira a domingo, das 13h às 20h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). Além dos casos previstos em lei, clientes CAIXA pagam meia
Lotação: 80 lugares
Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Sessões com audiodescrição nos dias 23 e 30 de setembro (sábados)
Patrocínio: Caixa Econômica Federal e Governo Federal

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Não percam! Últimas apresentações do Espetáculo “Zoológicos na Sede das Cias, na Lapa.


Espetáculo “Zoológicos” na Sede das Cias, na Lapa

Texto de John Marcatto ganha direção de Leandro Mariz e fica em cartaz até 21 de setembro de terça a quinta às 20h.


ZOOLÓGICOS é um espetáculo teatral que se propõe a lançar um olhar sobre a ética das relações humanas e as crises que desestruturam a sociedade. Em cena, seres humanos que deixam aflorar aspectos selvagens, animalescos, de suas personalidades, afetados por suas experiências individuais e coletivas que balizam a nem sempre harmoniosa convivência em grupo, sua conduta social, desejos e frustrações. A peça estreia na Sede das Cias dia 29 de agosto e fica em cartaz de terça a quinta às 20h, até o dia 21 de setembro.



O espetáculo conta a história de dois casais, cuja troca de pares revela que as diferenças alheias não são toleradas. Numa patologia que vincula a falta de limites éticos e morais à habilidade de seduzir, os pares envolvem-se, erótica e profundamente de tal modo que sua convivência pode resultar tanto em imenso prazer como em intenso sofrimento.

Em sua estrutura, o texto rompe regras ao apresentar uma estrutura não linear, alterando o tempo medido cronologicamente. Semelhante ao adestramento de animais, a dramaturgia insinua um processo metafórico sobre a “domesticação”. Essa ocorre quando o treinador impõe uma ação ao animal que, ao executá-la bem, pode obter uma recompensa, constituindo um movimento contínuo de ação, satisfação, repetição e nova ação.


Desse modo o texto busca estimular a interação do público, deixando-o desconfortável, pois o trabalho de recompensa é estruturado na incerteza, para logo adiante dar-lhe o conforto da lógica, sua recompensa. Há quatro fifios condutores da história, cada um domesticando (ou tentando domesticar) a si e aos outros. Antônio, um homem de honrada aparência, que dirige um instituto destinado à sociabilização para jovens assassinos, em segredo, relaciona-se com a ex-interna Kika, que, por sua vez, tenta reconstruir sua vida. Babu, outro ex-interno, alcançou a ressocialização, mas precisa da ajuda de Antônio para salvar a bela e misteriosa Ilana, cuja natureza é aparentemente indomável. Num jogo perverso, cujas ações e palavras são armas para o jogo amoroso, com alto grau de envolvimento erótico afetivo, os dois casais provocam-se mutuamente, criando um ambiente que extrapola qualquer limite moral ou ético. O que vale é o que está em jogo.


SAIBA MAIS

SERVIÇO:
Zoológicos
Local: Sede das Cias. – Rua Manoel Carneiro, 12 – Escadaria do Selarón – Lapa. Tel: (21) 2137-1271
Temporada: de 29 de agosto a 21 de setembro.
Horários: Terças, Quartas e Quintas, às 20h.
Capacidade: 60 lugares
Duração: 60 minutos
Classificação: 16 anos
Gênero: Drama
Ingresso: R$ 40,00 inteira (R$ 20,00 meia).

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ÊXTASE ANOTADO ESPETÁCULO INSTALAÇÃO DE CRISTINA FLORES E LETICIA MONTE ESTREIA EM CARTAZ ATĖ 1/10 NO SESC COPACABANA

ÊXTASE ANOTADO

ESPETÁCULO INSTALAÇÃO DE CRISTINA FLORES E LETICIA MONTE ESTREIA EM CARTAZ ATĖ 1/10 NO SESC COPACABANA

o Concebido a partir da tradução-tese de Ana Cristina Cesar para o conto Bliss, de Katherine Mansfield;

o Instalação sonora traz narração de Alamo Facó, Branca Messina, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Lola Sanchez e Mateus Solano;

o Som se movimenta num espaço tridimensional que transporta o público para dentro da ação, inaugura na cena o uso de uma tecnologia de som de cinema.


Êxtase anotado é um espetáculo-instalação concebido a partir da tradução-tese de Ana Cristina Cesar para o conto Bliss de Katherine Mansfield. Bliss é uma palavra quase intraduzível, assim como o universo feminino descrito neste conto. Mansfield constrói, com delicadeza e ironia, um texto que fala sobre as mulheres e seus sentimentos diante da norma e da opressão. O dispositivo cênico é composto por uma instalação sonora imersiva, uma instalação espacial e a pela performance das artistas Cristina Flores e Leticia Monte.

Bliss, escrito por Katherine Mansfield e publicado em 1918, é um de seus trabalhos mais conhecidos e icônicos. Bliss é uma palavra quase intraduzível, assim como o universo feminino descrito neste conto. Mansfield constrói, com delicadeza e ironia, um texto que fala sobre as mulheres e seus sentimentos diante da norma e da opressão. Sua linguagem densa e subliminar tornou-se a grande referência para mulheres escritoras. Concebido em plena efervescência da primeira onda do movimento feminista, Bliss é hoje consagrado como a expressão literária mais completa daquele momento.


Em 1981, 63 anos depois, Ana Cristina Cesar, poeta também referência da escrita de mulheres, se aventura na tradução de Bliss como trabalho final de mestrado na Universidade de Essex, na Inglaterra. A poeta investe na ambiguidade e intensidade do texto de Mansfield e escreve O conto Bliss anotado, enfrentando o mar aberto da tradução literária. O resultado foi a tradução/criação de um conto relativamente curto com oitenta notas de rodapé, iluminando as infinitas possibilidades de interpretação e leitura da palavra literária.

Hoje, Cristina Flores e Leticia Monte propõem uma nova tradução. Desta vez, a transposição de linguagem para a cena contemporânea, com a criação de um espetáculo-instalação tendo como ponto de partida a tradução-tese de Ana Cristina Cesar do conto de Katherine Mansfield. Com orientação de pesquisa de Heloisa Buarque de Hollanda e direção de movimento Ana Vitoria, Êxtase anotado é formado por duas instalações penetráveis sobrepostas: a primeira é sonora e imersiva, enquanto a segunda é espacial.

A instalação sonora é composta a partir da narração gravada do conto Êxtase (Bliss), interpretado por Alamo Facó, Branca Messina, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Lola Sanchez e Mateus Solano, além das duas criadoras. Êxtase anotado inaugura, na cena teatral, o uso da tecnologia Dolby Atmos, que faz o som se movimentar num espaço tridimensional que transporta o público para dentro da ação. A instalação espacial é constituída por uma enorme mesa plantada, um jardim de plantas-coração, um ‘viveiro-célula’ inspirado no conceito de Cells da artista Louise Bourgeois e na experiência dos penetráveis de Helio Oiticica. Em Êxtase anotado, o som, a cadência e a imaginação do público são elementos referenciais. A ausência de hierarquia entre os seus elementos constituem a polifonia desta obra inédita que propõe o cruzamento entre linguagens artísticas e reivindica uma cena expandida. Ao mesmo tempo, esta cena se constitui como uma escultura sonora, física e performática.

“Katherine dizia que escrevia como se fosse para ser lido em voz alta. A partir desse formato que a autora propõe, pensamos, desde o início, que seria muito interessante ter o conto Bliss como uma leitura, uma história contada em uma dimensão sonora, como uma peça radiofônica, uma narração”, explica Leticia Monte. “Apresentamos o conto como uma instalação sonora tridimensional; ao mesmo tempo em que trazemos a Ana Cristina Cesar por meio das notas produzidas por ela, a partir da traduzir ao conto, lidas ao vivo. Êxtase Anotado convida o público a experimentar a relação com Bliss de uma forma mais próxima e anotada”, completa Cristina Flores.

ÊXTASE ANOTADO

www.extaseanotado.com.br

Temporada: de 08 de setembro a 01 de outubro.

Apresentações: sextas e sábados, às 19h, e domingos, às 18h.

Local: Sala Multiuso do Sesc Copacabana – Rua Domingos Ferreira 160. Tel.: 2547-0156

Ingressos: R$ 6 (associado do SESC), R$12 (meia) e R$ 25 (inteira).

Classificação indicativa: livre. Duração: 70 min. Lotação: 40 pessoas


FICHA TÉCNICA:

Concepção, Direção, Dramaturgia, e Performance: Cristina Flores e Leticia Monte

Textos: Ana Cristina Cesar e Katherine Mansfield

Áudio imersivo: vozes de de Alamo Facó, Branca Messina, Cristina Flores, Drica Moraes, Ismar Tirelli Neto, Leticia Monte, Lola Sanchez e Mateus Solano

Desenho de som: Cristina Flores, Leticia Monte e Yan Saldanha

Orientação de pesquisa: Heloisa Buarque de Hollanda

Direção de Movimento: Ana Vitoria

Projeto Gráfico: Fernanda Kassar e Priscila Lopes/ Vento Estudio

Projeto Sonoro: Yan Saldanha

Mixagem de som: Eduardo Andrade e Yan Saldanha

Edição de som: Antonio Grosso e Yan Saldanha

Gravação: Antonio Grosso, Edielson Aureliano e Yan Saldanha

Mixado nos estúdios Dolby Lab, agosto de 2017, São Paulo

Luz: Vitor Emanuel

Instalação jardim: Carla Berri, Cristina Flores, Leticia Monte e Lívia Charret

Controller: Danielle Lopes

Produção: Alex Nunes, Ana Casalli, Camila Leal, Maria Albergaria, Nathalia Pinho e Silvio Batistela

Direção de produção: Sergio Saboya

Realização: Espiral e Galharufa Produções Culturais


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Projeto de grafite abre inscrições para rede pública de ensino no Rio Patrocinado pelo Submarino, Grafitarte será realizado em Bonsucesso, Gamboa e Leme O Grafitarte – ação cultural de intervenção urbana por meio do grafite - volta a ser ministrado no Rio de Janeiro de 22 /08 a 30/10


Projeto de grafite abre inscrições para rede pública de ensino no Rio

Patrocinado pelo Submarino, Grafitarte será realizado em Bonsucesso, Gamboa e Leme


O Grafitarte – ação cultural de intervenção urbana por meio do grafite - volta a ser ministrado no Rio de Janeiro de 22 de agosto a 30 de novembro. A iniciativa envolve a cultura do grafite, com interações e manifestações artísticas em espaços públicos, e está com inscrições abertas em três escolas municipais nos bairros de Bonsucesso, Gamboa e Leme.

Jovens de 12 a 18 anos poderão participar de oficinas gratuitas com aulas teóricas e práticas ministradas pelos grafiteiros Rafa Monteiro, Smael e Luiz Carlos SK. As oficinas totalizarão 180 alunos, divididos em turmas nos períodos da manhã e da tarde. Como resultado do aprendizado, os alunos irão criar painéis grafitados, que ficarão como legado nos locais atendidos pelo projeto.

Essa é mais uma das iniciativas que integram o posicionamento de educação e responsabilidade social do Submarino, que é uma marca voltada para o lifestyle urbano, com muita sinergia com a inovação e a cultura pop.

Serviço

Para se inscrever, os interessados devem estar matriculados na rede pública de ensino e comparecer nos locais indicados abaixo levando documento de identificação.

Escola Municipal Bhaia
Endereço: Av. Guilherme Maxwel, 243 - Bonsucesso

Escola Municipal Darcy Vargas
Rua Souza e Silva, 112 – Gamboa

Escola Municipal Tomás de Aquino

Praça Alm. Júlio de Noronha, 40 - Leme


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O público universitário tem espaço garantido nas atividades do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira no mês de setembro. A programação gratuita inclui uma oficina e diversos debates inspirados nas mostras In Memoriam, Retroperformance e O essencial é invisível aos olhos, todas em cartaz desde agosto na CAIXA Cultural Rio de Janeiro.


PROGRAMA EDUCATIVO CAIXA GENTE ARTEIRA PROMOVE ATIVIDADES PARA PÚBLICO UNIVERSITÁRIO EM SETEMBRO

Ações gratuitas são voltadas para estudantes de artes, filosofia, educação, e áreas afins

O público universitário tem espaço garantido nas atividades do Programa Educativo CAIXA Gente Arteira no mês de setembro. A programação gratuita inclui uma oficina e diversos debates inspirados nas mostras In Memoriam, Retroperformance e O essencial é invisível aos olhos, todas em cartaz desde agosto na CAIXA Cultural Rio de Janeiro.

Nos dias 12, 13 e 14 de setembro (terça a quinta), das 18h30 às 20h30, estudantes e profissionais de artes, educação e áreas afins poderão participar de um minicurso sobre performance. Inspirado na exposição Retroperformance, o curso abordará a história deste tipo de arte, além de incentivar os alunos a desenvolverem ações performáticas.

A atividade Peripatéticos: Um encontro entre a arte contemporânea e a filosofia se baseia em um antigo círculo filosófico grego para propor uma caminhada entre as obras das exposições In Memoriam e Retroperformance ao tempo em que os participantes tecem relações entre a filosofia e questões abordadas na arte contemporânea. Aberta a alunos e profissionais dos cursos de artes, filosofia, educação e afins, o evento será realizado no dia 28 de setembro (quinta-feira), às 18h30.

Voltada ao público universitário em geral, a Roda de Conversa Gente Arteira de setembro traz para discussão, no dia 23 (sábado), das 15h às 17h, as relações entre educação e arte nos processos de mediação em ambientes não escolares.

Já as crianças de 1 a 3 anos ganham vez no dia 17 de setembro (domingo), às 15h, durante a ação Arte Contemporânea para Crianças. O evento terá como base a exposição Natureza Concreta para trabalhar, por meio de diferentes atividades, as relações do homem com o meio ambiente. Natureza Concreta entra em cartaz na Galeria 4 da CAIXA Cultural Rio de Janeiro no dia 9 de setembro (sábado), expondo fotografias, vídeos e instalações que colocam em perspectiva as interações entre os seres humanos e o mundo que os cerca.

Dia Nacional da Luta das Pessoas com Deficiência (21/09):
Sempre de olho no calendário, o Programa Educativo CAIXA Gente Arteira não poderia deixar de celebrar uma data tão importante para a inclusão e a igualdade. Por isso, no dia 29 de setembro (sexta-feira), às 18h30, estudantes e profissionais de artes, educação e cursos relacionados poderão participar do bate-papo A empregabilidade de pessoas com deficiência para discutir os desafios e barreiras sociais que ainda existem para a inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Atividades mensais:
A programação também apresenta atividades que ocorrem mensalmente, incluindo a ação Você gosta de poesia?. A atividade ocorre todas as sextas do mês de setembro, das 10h às 20h, e incentiva o público a redigir um poema e deixá-lo nos varais existentes no Espaço de Leitura. A proposta é que cada um deixe um poema e leve outro, num gesto de troca e continuidade.

Enquanto isso, as ações de galeria proporcionam experiências educativas, reflexivas e sensoriais ao público espontâneo que passa pela CAIXA Cultural, de terças às sextas-feiras, nos intervalos de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.

O programa CAIXA Gente Arteira tem, como objetivo, explorar diversas linguagens artísticas, possibilitando ao público a experimentação prática e teórica sobre artes visuais, música e dança, através de oficinas, vivências e bate-papos. Mais informações sobre as atividades podem ser obtidas pelo telefone (21) 3980-4898 e pelo e-mail agendamento@gentearteirarj.com.br.

Programação CAIXA Gente Arteira:
Minicurso de performance
Datas: 12, 13 e 14 de setembro (terça a quinta)
Horários: das 18h30 às 20h30
Local: Sala de oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Pequena Gente Arteira - Arte contemporânea para crianças
Datas: 17 de setembro (domingo)
Horário: 15h
Local: Galeria 4
Classificação indicativa: 1 a 3 anos

Roda de Conversa Gente Arteira
Datas: 23 de setembro (sábado)
Horário: das 15h às 17h
Local: Oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Peripatéticos: Um encontro entre a arte contemporânea e a filosofia
Data: 28 de setembro (quinta-feira)
Horário: de 18h30 às 19h30
Local: Galerias da CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Bate-papo A empregabilidade de pessoas com deficiência
Datas: 29 de setembro (sexta-feira)
Horário: das 18h30 às 20h30
Local: Oficina 1
Classificação indicativa: a partir de 18 anos

Serviço:
Programa educativo CAIXA Gente Arteira
Entrada franca
Você gosta de poesia?: sextas-feiras, das 10h às 20h
Ações de galeria: de terça a sexta-feira, de 11h às 12h; 13h às 14h; 17h às 18h e 19h às 20h.
Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro
Endereço: Av. Almirante Barroso, 25, Centro (Metrô e VLT: Estação Carioca)
Classificação Indicativa: a partir dos 5 anos (consultar programação)
Agendamento e informações: (21) 3980-4898 | agendamento@gentearteirarj.com.br

Assessoria de Imprensa:
Mateus Vasconcelos – mateus.vasconcelos@grupoinforme.com.br
(21) 99001-9915

Assessoria de Imprensa da CAIXA Cultural Rio de Janeiro (RJ)
(21) 3980-3096 / 4097
www.caixacultural.gov.br | @imprensaCAIXA
https://www.facebook.com/CaixaCulturalRioDeJaneiro




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A exposição Faces, vencedora do edital Eletrobras Furnas, Ministério das Minas e Energia e Governo Federal, vai ocupar o Espaço Furnas Cultural no mês de setembro.


Exposição 'Faces', do fotógrafo Alvaro Villela,  revela almas de quilombolas da Bahia

abertura 31 de agosto no Espaço Furnas Cultural



Depois de ser apresentada no Museu de Arte da Bahia, em 2015, e com 15 expressivos e reveladores retratos de habitantes de comunidades quilombolas de Barra e Bananal, na Chapada Diamantina, além de uma carta de alforria que data do século 19, será aberta na quinta-feira, 31 de agosto, no Espaço Furnas Cultural, em Botafogo, a exposição Faces, do fotógrafo baiano Alvaro Villela.

Apresentada também no PhotoEspaña, em 2011, como parte de uma coletiva itinerante de fotógrafos latino-americanos,  Faces  é uma imersão sinestésica na vida e no habitat de um grupo de descendentes de escravos fugitivos de um navio negreiro naufragado na costa sul da Bahia, no século 17. Isso porque, além das  expressões dos retratados, sons ambientes captados nas noites dos quilombolas vão compor a exposição, estética que, juntamente com a disposição da luz, confere-lhe, também, um sentido de instalação.



Independentemente do seu valor artístico, Faces se faz, queira ou não, um grito de alerta diante da grave instabilidade política pela qual passa o Brasil, que dá sinais de retrocesso na aplicação de projetos e ações reparatórias que privilegiavam indígenas e descendentes de escravos, por exemplo. Sintomaticamente, há poucas semanas, na Chapada Diamantina, foram assassinados seis moradores de comunidades quilombolas, crime que entrou apenas nas estatísticas.

Assim, em tempos nos quais importantes temáticas envolvendo a questão do povo negro no Brasil ganharam os holofotes, como foi o caso da celebração ao escritor carioca Lima Barreto, homenageado recentemente na Flip, em Faces, questões artísticas à parte, vai estar exposto um lado da tragédia, com toda a complexidade que a cerca.

Fotógrafo etnográfico, como comprova o seu projeto desenvolvido junto aos índios pankararé, do Raso da Catarina, no sertão da Bahia, entre outros, ainda que não goste de se sentir aprisionado por rótulos, Alvaro Villela aproximou-se das comunidades quilombolas da Chapada Diamantina em 2007 no intuito de entender e documentar suas tradições culturais e religiosas e verificar se elas ainda preservavam traços ancestrais.

No entanto, diante da percepção de que tais heranças foram diluídas no interior de certos maneirismos, inclusive com a presença de religiões que não eram de matriz africana, Villela vislumbrou no retrato uma forma de discutir tal distanciamento da cultura ancestral.

Após anos de interação com as comunidades, ele improvisou um estúdio na casa de uma moradora entusiasta do projeto. Apesar da resistência inicial e utilizando-se de um fundo negro e da iluminação gerada por uma tocha, fotografou residentes de todas as idades, os quais acabaram se rendendo ao se verem retratados.

Passados 10 anos desde a primeira incursão de Alvaro Villela nos territórios quilombolas, a exposição, não apenas pela força das suas imagens, como também pelas dificuldades e desafios enfrentados por tais comunidades, apresenta-se como um ato de resistência e de afirmação de certos valores do povo negro, que ainda hoje busca um espaço digno no Brasil.

Apesar de consciente do viés antropológico e sociológico da exposição, Alvaro Villela também destaca em Faces o seu sentido enquanto expressão artística contemporânea, sinestésica, de uma composição que ganha força a partir da percepção de quem elaborou e construiu as imagens juntamente com o desprendimento de quem pousou, de quem invocou através da expressão uma ancestralidade perdida.


Além das 15 fotos em grande formato (80 x 120 cm) e dos sons das noites dos quilombolas, na exposição o público vai se deparar com uma carta de alforria datada do século 19 e devidamente transcrita, que faz parte do acervo dos artistas plásticos Joãozito Pereira e Lanussi Pasquali. A peça, uma verdadeira relíquia, é originária do Recôncavo Baiano, onde havia forte presença de escravos nos séculos passados.
A exposição Faces, vencedora do edital Eletrobras Furnas, Ministério das Minas e Energia e Governo Federal,


A exposição Faces, vencedora do edital Eletrobras Furnas, Ministério das Minas e Energia e Governo Federal, vai ocupar o Espaço Furnas Cultural no mês de setembro. No mesmo período, alunos de escolas públicas do Rio de Janeiro vão participar de visitas guiadas com o artista.


Saiba mais 

Faces – Exposição fotográfica de Alvaro Villela

Quando: Abertura 31 de agosto de 2017, às 19h

Onde – Espaço Furnas Cultural – Rua Real Grandeza, 219, Botafogo – Rio de Janeiro

Visitação: Terça à sexta, das 14h às 18h, e sábado, domingo e feriado, das 14h às 19h. Não há necessidade de ingresso para exposições

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A mostra Diálogos Contemporâneos reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA, Monica Xexéo.


Exposição Diálogos Contemporâneos  aborda a vivência  francesa na formação de artistas brasileiros 
A mostra Diálogos Contemporâneos  reúne cerca de 100 obras, entre pinturas, esculturas, desenhos e gravuras, e tem curadoria de Claudia Saldanha e da pesquisadora e diretora do MNBA,  Monica Xexéo.
Diálogos Contemporâneos  é um recorte do acervo do Museu Nacional de Belas Artes,  e as obras expostas se situam entre os anos 1920  até o contemporâneo, espelhando alguns ângulos da influência francesa na vivência de artistas modernos e contemporâneos brasileiros.
Os módulos percorrem  núcleos enfocando artistas que depois de premiados puderam aprimorar sua obra em instituições acadêmicas de prestígio na França e também, por outro lado,  os olhares de artistas  estrangeiros que, antes de aportarem no Brasil, sofreram influência  francesa,  fundamental para a  transformação da estética  por aqui.      
Na exposição Diálogos Contemporâneos,  poderão ser vistos  trabalhos de nomes como Tarsila do Amaral,  Di Cavalcanti,  Flavio Shiró,  Antonio Bandeira,  Gonçalo  Ivo,  Sérvulo  Esmeraldo,  Luiz  Áquila,  Jorge Mori, e  Lasar Segall,  Maria Leontina,  dentre vários outros artistas. 


SAIBA MAIS 




Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC 

Av. RIO Branco, 199
Mostra:  Diálogos Contemporâneos
Período:   até 15 de outubro de 2017.
Local:  Sala Bernardelli,  no 2º piso
Visitação: Terça a sexta-feira das 10 às 18hs; Sábados, domingos e feriados das 13 às 18 horas.
Ingressos: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00  ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.
GRÁTIS AOS DOMINGOS. 
Telefone: (21) 3299-0600
Facebook:  MNBARio /  Site:  www.mnba.gov.br
Assessoria de imprensa do MNBA:  3299-0638  Nelson Moreira  Junior  

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Flores D’água Contadoras de Histórias entrará em temporada do dia 30 de setembro ao dia 22 de outubro na Casa de Cultura Laura Alvim em Ipanema com histórias que homenageiam nossa mãe natureza.

Flores D’água Contadoras de Histórias
Comemoração de 1 ano da peça brincante e poética que trata da importância da água com trava línguas e canções populares



Flores D’água Contadoras de Histórias entrará em temporada do dia 30 de setembro ao dia 22 de outubro na Casa de Cultura Laura Alvim em Ipanema com histórias que homenageiam nossa mãe natureza.

O espetáculo prioriza a brincadeira e o encontro através de uma linguagem narrativa, corporal e musical para todas as idades sensibilizando através da música, imagens visuais, divertindo e trazendo questionamentos sobre a relação da humanidade com a natureza.


Idealizado pela atriz Paulinha Cavalcanti e dirigido por Anderson Barreto, o espetáculo traz canções e cantigas populares que conduzem a cena, com humor, beleza e claro, histórias de flores d’água – vitória régia, flor de lótus- em integração direta com púbico. Nessa sessão, Paulinha é acompanhada pelo multi-instrumentista Romulo Frazão.
Em Flores D’água a tradição oral mergulha nos rios e assim a Contadora de Histórias, com sua bacia e seu balde de roupas, tecidos que passeiam pelo imaginário transformado em personagens, objetos cria, junto com o músico, o cenário para que as histórias aconteçam. Os lagos, com seus sapos, pântanos, flores e riquezas, as cachoeiras, o mar, os rios largos e os igarapés são por onde as histórias caminham. Como será que nasceu o Sol e a Lua? Tantas são as possibilidades...Depois do sapo sentir alívio por ter se salvado da brincadeira das crianças, Mariana pergunta: Onde estão as águas do meu Rio? A Vitória Régia entra em cena e desabrocha...Terra, Fogo, Água e Ar são quatro lendários irmãos e juntos irão criar um novo ser.



O público se envolve durante toda a apresentação participando de brincadeiras, trava-línguas e canções brasileiras desde Chiquinha Gonzaga, canções populares, até composições próprias da atriz. O cenário trás elementos da cultura ribeirinha como o balde e a bacia para lavar roupa, tecidos coloridos e a saia da atriz se transformam nas personagens e objetos da narrativa, em um espetáculo que trata da importância da preservação da água, de maneira leve e divertida.

O Flores D’água Contadoras de Histórias estreou em outubro de 2016 no Teatro Municipal Serrado onde esteve um mês em temporada,já com seu CD Flores D’água Contadoras de Histórias gravado com músicas e histórias do espetáculo projeto realizado no Estúdio 3 do Centro de Referência da Música Carioca Arthur da Távola. Em sua trajetória ainda recente o espetáculo esteve também na escola Municipal Duque de Caxias, no Centro de Referência da Música Carioca Arthur da Távola, no Parque das Ruínas, na Casa de Baco, no Teatro Municipal Café Pequeno, Circuito SESC Expressões etc.

“Lindo trabalho. Delicado. Sutil. Teatro Artesanal. Jogo de imaginação. Cantigas doces e nossas. Um afago nos sentidos das nossas crianças. Obrigada Paulinha e equipe pela tarde especialíssima!”
Fala de Ana Paula Bouzas – atriz, bailarina e professora de teatro


Ficha técnica:
Direção: Anderson Barreto
Elenco: Paulinha Cavalcanti
Musico: Romulo Frazão
Iluminação: Ana Paula Brasil
Produção: Hitawa Nukini
Fotos: Alex Gaudêncio


Serviço

Flores D’água Contadoras de Histórias 
De 30 de setembro a 22 de outubro de 2017
Sábados e Domingos
Horário: 17h00
Ingressos: R$ 30,00 (meia entrada conforme legislação vigente)
Local: Casa de Cultura Laura Alvim
CCLA é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura/FUNARJ.
Teatro Laura Alvim
Av. Vieira Souto, 176 - Ipanema
Rio de Janeiro, RJ, BR
Tel: (21) 23322016



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Banksy: muros são armas Cultura Inglesa da Tijuca realiza exposição e propõe atividades inspiradas na obra do artista de rua britânico

Banksy: muros são armas

Cultura Inglesa da Tijuca realiza exposição e propõe atividades inspiradas na obra do artista de rua britânico



Até o fim de setembro, alunos da unidade da Cultura Inglesa da Tijuca localizada na Rua Almirante Cochrane vão usar obras de Banksy como tema para debates em inglês. O público em geral também poderá participar de uma exposição gratuita que vai reproduzir obras feitas pelo misterioso artista britânico e interagir com cada uma delas, deixando mensagens – de preferência na língua inglesa – em um mural fixado nas paredes do auditório da escola de inglês. O evento acontece de 13 a 30 de setembro.

Feitas em muros a céu aberto, algumas das artes mais conhecidas de Banksy, carregadas com tom crítico, serão reproduzidas nas paredes da sala da escola de inglês. Separando elas dos visitantes, haverá uma cortina com faixas de isolamento de áreas (aquelas usadas em acidentes nas ruas, para afastar pessoas de um local), justamente para passar a ideia de que os desenhos em muros ou os graffiti são expressões presentes na paisagem urbana mas não tão reconhecidas em seu valor artístico. Uma faixa de cartolina preta vai reunir mensagens de quem passar pelo local. Em outra sala serão projetados clipes de bandas que retratam o cenário das ruas e da arte urbana de Londres, para ativar outros sentidos além da visão. Lá, os visitantes podem deixar mensagens gerais sobre o cenário atual do mundo, com cores fluorescentes em cartolinas que vão forrar todo o espaço.

“Vivemos em meio a tantas divergências e imposição de ideias, tudo o que a obra de Banksy tanto levanta. A ideia é criar um espaço livre para expressão de ideias sobre a situação atual do mundo, por meio da abordagem da arte de rua. Todos os alunos são convidados e os professores vão reservar tempos nas aulas para debater, usando vocabulário relacionado ao tema e expressando senso crítico em inglês. Todos que quiserem participar também são convidados a refletir”, diz o gerente da escola, Milton Nizzo.

 projeto, que envolve alunos do nível básico (curso Basic 4) até os de nível avançado, que estão se formando ou se preparando para exames de certificação em inglês, foi dividido em três etapas. Primeiro, os alunos fizeram apresentações orais em sala de aula sobre temas relacionados ao que as obras expressam, contando com slides de PowerPoint como apoio. As outras fases são a contribuição dos alunos na exposição com comentários em inglês sobre suas interpretações e impressões pessoais a respeito das peças artísticas (eles podem, inclusive, dar títulos às imagens) e um concurso de graffiti. Professores e outros funcionários vão selecionar o melhor desenho feito por alunos. Por fim, o desenho escolhido será pintado em um muro interno da filial da Cultura Inglesa.

Serviço

Walls are Weapons – Banksy Art Exhibit
Data: de 13 a 30 de setembro, exceto domingo
Horário: de 14 às 20h, de segunda a quinta-feira; de 12 às 17h, sexta-feira; e de 9 às 12h, no sábado

Local: Rua Almirante Cochrane, 23 – Cultura Inglesa Tijuca 1

Entrada gratuita

Agenda Cultural RJ - Divulgação Cultural - Colagem de Cartazes e Distribuição de Filipetas. Divulgação de Mídia Online. Gabriele Nery - agendaculturalrj@gmail.com 
#agendaculturalrj 

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